Vem comigo para a rua

11:10

Há um ano e meio que me dou a conhecer através de um sonho, através do que escrevo e do que conto ao mundo. O meu sonho é este e mais uns quantos. Um deles também é ter sempre sonhos para sonhar. Gosto de escrever, de falar até mais não, de inventar e improvisar perguntas, deixar-me ir pelos lugares que se atravessam no meu caminho. O meu descanso é não ter descanso da vida e da alegria que as palavras me dão todos os dias. Talvez seja o que de mais simples há em mim.

Falar de Portugal? Escrever Portugal? Escrever, assim, tão livremente, sem régua nem esquadro, escrever o que os olhos dizem, escrever o que os outros contam. Sim, é isto! Mas, e o nome? Que nome é que lhe vou dar? "Mãe! Pai! Ana! Benedita! Henrique! Ajudem-me! Preciso de um nome!" Claro que seis cabeças juntas pensam bem melhor que uma só e a verdade é que foi assim que nasceu o Vem Comigo Para A Rua

O Vem Comigo Para A Rua  - este lindo estendal que a Beli me desenhou - é uma ideia que se tornou real. Para lá de tudo o que já falei, de tudo o que gosto, de tudo aquilo que me enche as medidas e o coração, há um motivo que me faz caminhar e caminhar é escrever. E tudo o que me faz escrever é bom, é grande, é cheio de vida. Neste caso é Portugal, este lugar que é morada para todos, com tudo o que é e com tudo o que dá. 

Com este texto eu queria... Bem, na verdade, eu só queria isto para a vida de todos: coisas destas, tanto faz o que é, destas coisas pequenas que são um sonho, que nos põem a correr e a dançar pelas ruas. Tudo isto para dizer que tenho sempre um bom pretexto para escrever e para voar pelas linhas deste meu caderno que nunca me deixa só, só cheia de vontade de continuar e de agradecer a todos os que me lêem. Obrigada. 



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